Fotografia de Eventos Científicos

Medtrop – Parasito 2019 “55ª Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, do XXVI Congresso da Sociedade Brasileira de Parasitologia e ChagasLeish 2019.”

Equipe Laba Ciências – MEDTROP – Parasito 2019

“Curso de Fortalecimento de Lideranças em doenças negligenciadas”

“Segundo módulo de curso para integrar e fortalecer movimentos e organizações teve início hoje em Belo Horizonte.”

“Representantes de dez estados brasileiros e de diferentes doenças infecciosas e negligenciadas iniciaram, no dia 26 de julho, o segundo módulo do Curso de Fortalecimento de Lideranças. O encontro é realizado nos dias 26 e 27 de julho, em Belo Horizonte, buscando desenvolver capacidades e integrações.”

“Participam do curso pessoas acometidas pela hanseníase, doença de Chagas, leishmaniose, esquistossomose, hepatites e filariose linfática. Na primeira manhã do curso, os participantes puderam discutir sobre competências técnicas, pessoais e políticas de líderes em defesa de suas causas de acesso à saúde e qualidade de vida. “

Notícia completa: https://www.sbmt.org.br/portal/fortalecimento-de-liderancas-em-doencas-negligenciadas/

“1ª Mostra UFF Cine Ciências: produção, integração e socialização de conhecimentos científicos por meio de filmes educativos”

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Programação I Mostra UFF CineCiências

A “1ª Mostra UFF Cine Ciências: produção, integração e socialização de conhecimentos científicos por meio de filmes educativos” está com as inscrições abertas. A Mostra organizada pelo Labaciências com apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), ocorrerá no dia 4 de setembro de 2018, no Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Águas (NAB/UFF), campus da Praia Vermelha. Estão abertas inscrições de filmes produzidos na Universidade Federal Fluminense que promovam conteúdo educativo e de divulgação científica, além de inscrições para uma oficina de cinema com vagas limitadas. Há também inscrições para o público em geral. Confira abaixo a programação e os links para as inscrições.

Programação:

9h – Abertura (Vitor Ferreira/Proppi e Luiz Andrade/Labaciências);

9h10 –  Divulgação científica na era digital: da TV para o Youtube (Thaiane Moreira de Oliveira, Proppi, PPGCOM/UFF);

9h30 – O real científico e as narrativas imaginárias do cinema (Tunico Amâncio, PGCine/UFF);

9h50 – Ciência, Cinema, Ensino (Edson Pereira da Silva, PGBiomar/UFF);

10h10  às 10h20 – Intervalo;

10h20 – História oral, narrativas públicas e cinema (Juniele Rabêlo de Almeida, PGH/UFF);

10h40 – Formação em Cinema e Audiovisual (João Luiz Leocádio, Coordenador da Licenciatura em Cinema);

11h – Luz, Câmera, História (Rodrigo de Almeida Ferreira, Faculdade de Educação);

11h20 – Socialização de conhecimentos científicos e o filme educativo (Luiz Andrade, Coordenador do Laboratório de Audiovisual Científico, CMPDI/UFF);

11h40 – 12h30 – Conversa aberta sobre cinema;

12h30 – 13h50 – Intervalo para almoço;

Sala 1 – 14h às 17h – Da ideia de Cinema à produção do filme educativo (oficina para 20 participantes indicados e selecionados, a ser ministrada pelos cinegrafistas Felipe Xavier Neto e Marcelo Paes de Carvalho);

Auditório – 14h – 19h – Filmes produzidos na UFF, a serem selecionados;

Sala 3 – Série Projeto Fauna Brasil – UFF (Sávio Freire Bruno, PGEB/UFF) e “Quem foi que disse” (Luiz Andrade, CMPDI/UFF).

Inscrições:

Inscrições abertas ao público:
http://bit.ly/UFFCineCiencias

Inscrições da Oficina de Cinema:
http://bit.ly/CineCienciasOficina

Inscrições de filmes (Até 20/08)
http://bit.ly/UFFCineCienciasFilmes

Maiores informações:

labandrade@gmail.com

LabaCiências no site da Faperj: Cinema e biologia: projeto aguça a vontade de aprender dos alunos

Por: Danielle Kiffer (FAPERJ)

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Felipe Xavier (à esq.), diretor de fotografia, Ubiracy Pataxó, o entrevistado, e Luiz Andrade, durante gravação na Bahia: imaginação e  recursos cinematográficos para expandir aprendizado (Foto: Divulgação)

A curiosidade é a força motriz para o saber. E, justamente para incentivar o aprendizado de jovens estudantes, o biólogo, pesquisador e professor do Instituto de Biologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) Luiz Antonio Botelho de Andrade desenvolveu projeto que disponibiliza on-line uma série de vídeos com o título “Quem foi que disse”. Criados para aguçar a vontade de aprender dos alunos e do público em geral, os vídeos educativos exploram temas interessantes e atuais, com base na Biologia. “Nós, professores, estudamos a vida inteira para falarmos para cerca de 10 mil pessoas, ao longo de uma vida produtiva. Um filme, se bem elaborado, pode atingir esta marca de uma só vez, estimulando jovens e adolescentes para o estudo de ciências e Biologia”, explica Andrade. Os vídeos, entrevistas e textos de apoio estão disponíveis no site: http://www.labaciencias.com

No total, já foram produzidos mais de uma dezena de vídeos. O mais recente aborda a síndrome de Down sob os mais diversos aspetos, incluindo questões sociológicas, médicas, psicológicas e culturais. Já o vídeo Sobre a causa sagrada de Darwin faz uma abordagem de três momentos históricos: o encontro de Charles Darwin com a brutalidade da escravidão no Brasil; a discussão acerca do darwinismo social e as políticas eugenistas no Brasil Império; e a constatação do racismo durante o Brasil República. Este último fez tanto sucesso que até ganhou ares internacionais, sendo exibido no Centro Cultural Brasil – São Tomé e Príncipe, na África.

Outro destaque é o premiado Sobre esta tal de zika, um documentário que traça toda a trajetória da epidemia e ressalta a importância do trabalho dos profissionais de saúde, dos cientistas, das universidades e instituições de pesquisa e das agências de fomento, como a FAPERJ e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além do Sistema Único de Saúde (SUS), no enfrentamento das epidemias e de suas consequências, como a que acarretou um tremendo impacto social no País – as crianças com microcefalia.

Para a produção de cada um desses vídeos, Andrade precisou mobilizar esforços, além de muita dedicação: ensaios com atores, entrevistas com cientistas e professores, roteiros que são cuidadosamente escritos e cenários bastante variados. Para ele, vale tudo para que todos possam aprender um pouco mais, unindo diversão e saber. “Seguindo a intuição do filósofo francês Gaston Bachelard ao dizer que ‘tanto na ciência, como na arte, o que buscamos é um elo com o mundo’, trabalho com a premissa de que este elo pode ser criado, ou facilitado, pelas atividades lúdicas do cinema unidas ao aprendizado”, diz o biólogo.

Atualmente, Andrade e equipe estão trabalhando na produção de mais dois filmes, a serem lançados em breve. Um aborda vida e obra do médico sanitarista e sorologista Vital Brazil (1865-1950) e, o outro, a trajetória do médico sanitarista e parasitogista Carlos Chagas (1879-1934). “O nosso trabalho mostra que é possível produzir material didático interdisciplinar, intercultural e lúdico em ambiente universitário. Uma dificuldade é, certamente, a financeira. Entretanto, nesse sentido, foi providencial o apoio do CNPq e da FAPERJ. Em breve, pretendemos buscar mais financiamento para envolver mais professores da rede pública municipal em nossas produções e em oficinas de filmagem e edição, entre outros projetos”, finaliza Andrade. Com tamanho empenho, os alunos só têm a ganhar.

Matéria publicada no site Faperj: http://www.faperj.br/?id=3561.2.4

 

Biologia é a maior diversão

Confira a notícia publicada no site da FAPERJ:

Vinicius Zepeda

Biologia-é-a-maior-diversão1

O pai toma café da manhã com o filho enquanto a empregada comenta que o leite azedou de novo. O patrão, biólogo e professor universitário, então, pergunta, em tom provocativo, por que motivo. Desafiada, ela responde que é por causa do tempo. “Mas o que teria no tempo que azeda o leite?”, questiona o patrão. Preocupada, ela formula uma nova resposta: deve ser a colher suja. Todos na mesa se entreolham e a criança se defende. Finalmente, surge a hipótese da contaminação por micro-organismos. É a vez da empregada indagar:  mas o que são micro-organismos? A cena descrita acima faz parte de um dos quatro vídeos da série educativa “Quem foi que disse”, voltada para ajudar estudantes do ensino médio e universitários, e seus professores, a debaterem temas ligados ao conceito biológico da vida e seu surgimento. O projeto, coordenado pelo biólogo, pesquisador e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Luiz Antonio Botelho de Andrade (que faz o papel do pai de família no filme), contou com o auxílio do edital Apoio à Produção de Material Didático, da FAPERJ.

Andrade volta a atuar como pai de família num segundo filme da série. Neste, ele está em casa enquanto a filha assiste ao telejornal. Ela então fala sobre escavações na fazenda do seu Damasceno, compadre dele na história, onde foram encontrados vestígios de ossadas humanas. A partir daí, a discussão caminha para a pré-história da humanidade, passa pela hipótese das migrações humanas pelo Estreito de Bhering, chegando à descoberta do fóssil mais antigo de mulher já encontrado no Brasil, batizado de Luzia, achado em Minas Gerais e com cerca de 10 mil anos. Para o biólogo, o cinema é uma das mais eficazes e persuasivas formas de comunicação de massa e deve ser utilizada no processo ensino/aprendizagem. “Esta utilização pode ser ainda potencializada, hoje, com o uso da internet, das tecnologias digitais, celulares com câmeras, entre outros”, destaca. Até o momento, sua equipe  disponibilizou quatro filmes educativos num canal do Vímeo – site de compartilhamento de vídeos na internet. No filme Quem foi que disse: sobre a origem da vida, alunos do CIEP 122 e  de outras escolas do município de São Gonçalo, vizinho a Niterói, atuaram no filme.

Não foi surpresa a alegria dos estudantes quando a equipe retornou em duas oportunidades ao CIEP 122 para fazer palestras sobre a origem da vida e para mostrar o filme do qual eles haviam participado. Em uma dessas visitas, o professor Luiz Andrade doou ao laboratório da escola um aparelho de Stanley Miller – aparato similar àquele criado pelo cientista na década de 1950, utilizado para simular as condições da Terra primitiva, obtendo, através da experiência, a síntese de aminoácidos, constituintes naturais das proteínas. “O aparelho é utilizado no filme”, lembra Andrade. A ideia inicial seria gravar os vídeos em DVD e distribuir pelas escolas públicas de todo o estado do Rio de Janeiro. “Como não tínhamos recursos suficientes, surgiu a possibilidade de disponibilizarmos o material na internet. Mesmo assim, distribuímos DVDs para os participantes do filme (mais de cem) e para muitos professores de escolas públicas”, acrescenta.

Num segundo filme, ossadas humanas encontradas numa escavação servem de mote para falar sobre a pré-história (Divulgação/UFF)

(Luiz Andrade aponta algumas vantagens em agrupar os filmes no portal de compartilhamento de vídeos Vímeo. “Este canal nos permite verificar o acesso, postar novos filmes e ao mesmo tempo, fazer novos ajustes que melhorem o material ali disponibilizado”, recorda o pesquisador. Para ele, as críticas são necessárias e bem-vindas. “A principal delas, apontada por alguns estudantes e professores, se refere às passagens mais lentas, com falas ainda longas. Nosso principal desafio é encontrar o equilíbrio entre o conteúdo científico debatido e a dinâmica própria do cinema”, complementa.

Andrade destaca o uso dos filmes no Colégio Nossa Senhora das Mercês (Niterói), no CIEP 122 e para as crianças do Projeto Educacional Grael (Niterói). “Além disso, os filmes foram veiculados no canal universitário da UFF (Unitevê) por duas semanas consecutivas”, recorda. Ele comenta ainda que o link dos filmes foi enviado para todas as secretarias de educação dos municípios do estado do Rio de Janeiro. “Apesar disso, ainda não temos uma pesquisa sistemática para saber como este material tem sido utilizado nas escolas fluminenses”, admite o biólogo.

Para dar suporte à utilização dos filmes, a equipe de Andrade elaborou dois blogs educativos, um livro de divulgação científica e um segundo livro, previsto para ser lançado no final deste ano. O blog “Quem foi que disse” contém imagens e discussões acerca da série educativa, além de textos de apoio aos temas ali debatidos. Já o blog intitulado “Conhecer e conhecimento” apresenta textos voltados para estudantes universitários e professores da área.

Em parceria com o colega Edson Pereira da Silva, do Departamento de Biologia Marinha da UFF, Luiz Andrade lançou o livro de divulgação científica “Porque as galinhas cruzam as estradas“, onde o conceito biológico de vida e sua origem é debatido. “O outro livro, Para um estudante de biologia saber, iniciativa institucional apoiada pela UFF, com lançamento previsto para dezembro de 2011, aborda os temas: origem da vida, célula e organismo, genes e herança, evolução, espécie, ecologia e ecologismo, biologia e conhecimento, e biologia e sociedade, em duas versões, eletrônica e impressa”, afirma Andrade. Aprender Biologia não precisa ser chato, pode ser a maior diversão.

Link: http://www.faperj.br/?id=2093.2.0

Luz, câmera, ciência!

Biólogo coordena iniciativa de educação e divulgação de ciência com diversas abordagens. Vídeos sobre a origem da vida e do viver, feitos em colaboração com alunos de escolas públicas de São Gonçalo (RJ), são o carro-chefe do projeto.

As descobertas do francês Louis Pasteur sobre a origem da vida são ponto de partida para um mergulho na história do surgimento dos primeiros organismos do planeta. (imagem: reprodução)

Em um misto de dramatização e documentário, os roteiros ganham um tom épico ao abordar a origem do universo e dramático quando mostram as descobertas de um pesquisador sobre a origem da vida. Esse é o projeto ‘Quem foi que disse?’, uma série de vídeos disponíveis on-line desenvolvidos na Universidade Federal Fluminense (UFF), que pretende divulgar a ciência de forma lúdica e instigante.

Sob a direção do pesquisador Luiz Antônio Botelho Andrade, do Instituto de Biologia da UFF, foram produzidos dois médias-metragens com o objetivo de estimular a reflexão e o questionamento a respeito de diversos temas da biologia. As produções incluem trechos de dramatização, aulas e entrevistas, envolvendo pesquisadores e alunos.

Outros dois curtas estão disponíveis no canal do projeto no Vimeo (plataforma de compartilhamento de vídeos na internet), com partes ou resumos dos originais, para facilitar a utilização em sala de aula.

Entre os temas abordados estão a origem e a própria definição de vida, passagens da história da ciência e até divergências entre ciência e religião. Alguns trechos trazem, por exemplo, um biólogo, interpretado pelo próprio Andrade, explicando ao seu filho os argumentos de Louis Pasteur para refutar a teoria da geração espontânea (que defendia o surgimento de vida a partir de matéria inorgânica) e utilizando botões coloridos para ilustrar a origem dos primeiros aminoácidos na Terra pré-histórica.

“Os produtos audiovisuais podem ajudar a dinamizar as atividades de ensino”

Alunos do Centro Integrado de Educação Pública (Ciep) 122 e de outras escolas do município de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, também atuam no filme, representando proteínas para formar um ‘modelo vivo’ que explica o surgimento das primeiras células.

A intenção das produções é utilizar novos recursos para despertar nos alunos o interesse pelos conteúdos de sala de aula. “Os produtos audiovisuais podem ajudar a dinamizar as atividades de ensino. Para isso, é importante investir na qualidade das produções e fornecer aos professores suporte teórico e educacional que auxiliem na sua utilização”, avalia Andrade.

O público-alvo do projeto, no entanto, não inclui apenas estudantes. A série procura fazer crianças, jovens e adultos pensarem sobre temas da ciência, valorizando mais as perguntas do que as respostas.

“Nossa preocupação está evidente desde o título da iniciativa. Não queremos simplesmente passar definições, mas abordar os temas da biologia com um compromisso educativo e de forma estimulante e polifônica, valorizando discursos e conhecimentos muito variados, de crianças, professores, trabalhadores, estudantes, filósofos e cientistas”, explica o pesquisador.

Exibição e sequências

Segundo o biólogo, a maior dificuldade do projeto tem sido equilibrar o conteúdo científico dos vídeos com a especificidade da linguagem cinematográfica. Assim como na ciência, a disposição para o aprendizado é fundamental. “Experimentar, errar, tentar novamente, improvisar e trabalhar duro fazem parte do processo”, avalia Andrade.

Projeto "Quem foi que disse?"
Com dramatizações da história do homem e da ciência, os vídeos tentam aproximar o conteúdo científico do público, apostando no formato audiovisual como trunfo para despertar o interesse. (imagem: reprodução)

Na busca pelo sucesso de público e crítica, os filmes já foram apresentados no Teatro da UFF, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em disciplinas de graduação e pós-graduação da instituição e em projetos realizados pelos pesquisadores em colégios da rede pública e privada dos municípios de Niterói e São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Um deles também foi veiculado pelo canal da universidade, a Unitevê.

O próximo vídeo da série já está sendo elaborado e deve ter como tema o conhecimento e as questões relativas aos métodos, modelos, hipóteses, teorias, experiências e conceitos como ilusão e verdade. Além disso, a ideia é promover oficinas de trabalho que permitam o diálogo com professores das escolas públicas e particulares para debater o conteúdo apresentado e aspectos da decodificação de imagens audiovisuais.

A iniciativa também deu origem a dois blogues: Quem foi que disse, com imagens, textos e roteiros utilizados na série, e Conhecer e conhecimento, com textos de apoio para professores, além do livro de divulgação científica Por que as galinhas cruzam as estradas?, escrito em parceria com Edson Pereira da Silva, pesquisador do Departamento de Biologia Marinha da UFF.

Marcelo Garcia – Ciência Hoje On-line

Disponível em: http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/3942/n/luz,_camera,_ciencia