Quem foi que disse: sobre a causa sagrada de Darwin

O filme aborda três momentos históricos: 1832, quando do encontro do grande naturalista Charles Darwin com a brutalidade da escravidão; 1875, Brasil Império, quando se discutia o darwinismo social e a aplicação de políticas eugenistas como o “branqueamento da raça”; 2014, Brasil República, quando ainda se constata o racismo e toda espécie de intolerância contra os afrodescendentes.

Confira as fotos do Making Off: https://labaciencias.com/2018/04/24/makingoff-darwin/ 

Quem foi que disse: sobre esta tal de zika

Este documentário traça a trajetória da epidemia de zika que assolou o Brasil em 2015 e 2016, ressaltando o trabalho dos profissionais de saúde e dos cientistas que estiveram na linha de frente durante esta epidemia que provocou um tremendo impacto social – as crianças com microcefalia.

O Diretor e Produtor – Luiz Andrade – agradece aos entrevistados e às Instituições que apoiaram o Projeto, com destaque para: CNPq, FAPERJ, INCT-NIM, FIOCRUZ, UFF, UFRJ, UFBA, SBPC, Associação Pestalozzi de Niterói, Universidade Monash-Austria, AMPRODS, beGIANT Advertainment, Daemon Filmes, Setor de Produção e tratamento de Imagem do IOC, Projeto Eliminar a Dengue, Grupo MERG, Plataforma de Vigilância de longo prazo para zika vírus e microcefalia/SUS, COFFITO, 202 Filmes, Criapix, Gameleira Filmes, Rivello/Menta Produções, Grupo de Biofisica Computacional e Modelagem Molecular/FIOCRUZ, Oxford Academic (Oxford University Press). Este filme faz uma homenagem especial para o Prof. Mario Cardoso (1967 – 2017), in memoriam.

Quem foi que disse: sobre a origem da vida

O problema da origem da vida tem preocupado o homem desde os primórdios da civilização. Tanto é assim que não se conhece uma só cultura em que esta questão não tenha sido enfrentada – o que é atestado pelo grande numero de enredos explicativos que tem sido postulados ao longo da historia humana. Considerando que o conteúdo sobre a origem da vida é rico para o ensino de ciências, posto que ainda em aberto, mas também carregado de concepções prévias, produzimos este video, com o apoio da FAPERJ e da Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal Fluminense, como material educativo para que ele possa servir de subsidio a discussão do tema mas, sobretudo, ao livre pensar.

 

Quem foi que disse: sobre a vida e o viver

Os avanços da Biologia moderna nos abrem horizontes tecnológicos há pouco tempo inimagináveis. No entanto, na esteira destes avanços se interpõem tremendos desafios éticos tais como a manipulação de embriões humanos, a invasão dos transgênicos e a possibilidade técnica de se realizar a clonagem humana.
Cônscios de que a ciência e a tecnologia nem sempre avançam na direção do desejável, mas do possível, torna-se urgente problematizar, de todas as formas e em todos os níveis, temas relativos à vida e ao nosso que fazer humano, o que configura um imenso desafio educacional. A importância deste desafio advém da necessidade de estarmos sempre preparados para nos posicionar frente às aplicações científico-tecnológicas de nosso tempo, enquanto comunidade ética e política.
Embora seja intensa a produção de artigos científicos e de livros didáticos sobre os organismos vivos (características, classificação, fisiologia, comportamento, biodiversidade, etc), pouco foi produzido sobre uma questão fundamental: o que é vida? O mais problemático é que este assunto não chega às salas de aulas das escolas e dos colégios e, por incrível que pareça, nem mesmo das universidades, consideradas como o centro do saber.
Assumindo esta questão como um problema educacional importante, decidimos problematizar e socializar a discussão sobre o “O que é Vida”, através do filme educativo “Quem foi que disse: sobre a vida e o viver”, financiado pela FAPERJ e pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação da Universidade Federal Fluminense. Também tivemos apoio da Fundação Municipal de Niterói e do Espaço UFF de Ciências.
O filme problematiza o conceito biológico de vida através de um meta-diálogo entre pai (professor universitário) e filha. Como formas narrativas, utilizam-se a ficção e o documentário. Através da ficção, faz-se uma pequena incursão pela pré-história, ressaltando a importância da linguagem. Através do documentário, aprofundam-se a discussão do tema, tirando proveito dos típicos cenários oferecidos pelo mundo acadêmico, a sala de aula e os encontros científicos nacionais e internacionais.