Programação I Mostra UFF CineCiências

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A “1ª Mostra UFF Cine Ciências: produção, integração e socialização de conhecimentos científicos por meio de filmes educativos” está com as inscrições abertas. A Mostra organizada pelo Labaciências com apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), ocorrerá no dia 4 de setembro de 2018, no Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Águas (NAB/UFF), campus da Praia Vermelha. Estão abertas inscrições de filmes produzidos na Universidade Federal Fluminense que promovam conteúdo educativo e de divulgação científica, além de inscrições para uma oficina de cinema com vagas limitadas. Há também inscrições para o público em geral. Confira abaixo a programação e os links para as inscrições.

Programação:

9h – Abertura (Vitor Ferreira/Proppi e Luiz Andrade/Labaciências);

9h10 –  Divulgação científica na era digital: da TV para o Youtube (Thaiane Moreira de Oliveira, Proppi, PPGCOM/UFF);

9h30 – O real científico e as narrativas imaginárias do cinema (Tunico Amâncio, PGCine/UFF);

9h50 – Ciência, Cinema, Ensino (Edson Pereira da Silva, PGBiomar/UFF);

10h10  às 10h20 – Intervalo;

10h20 – História oral, narrativas públicas e cinema (Juniele Rabêlo de Almeida, PGH/UFF);

10h40 – Formação em Cinema e Audiovisual (João Luiz Leocádio, Coordenador da Licenciatura em Cinema);

11h – Luz, Câmera, História (Rodrigo de Almeida Ferreira, Faculdade de Educação);

11h20 – Socialização de conhecimentos científicos e o filme educativo (Luiz Andrade, Coordenador do Laboratório de Audiovisual Científico, CMPDI/UFF);

11h40 – 12h30 – Conversa aberta sobre cinema;

12h30 – 13h50 – Intervalo para almoço;

Sala 1 – 14h às 17h – Da ideia de Cinema à produção do filme educativo (oficina para 20 participantes indicados e selecionados, a ser ministrada pelos cinegrafistas Felipe Xavier Neto e Marcelo Paes de Carvalho);

Auditório – 14h – 19h – Filmes produzidos na UFF, a serem selecionados;

Sala 3 – Série Projeto Fauna Brasil – UFF (Sávio Freire Bruno, PGEB/UFF) e “Quem foi que disse” (Luiz Andrade, CMPDI/UFF).

Inscrições:

Inscrições abertas ao público:
http://bit.ly/UFFCineCiencias

Inscrições da Oficina de Cinema:
http://bit.ly/CineCienciasOficina

Inscrições de filmes (Até 20/08)
http://bit.ly/UFFCineCienciasFilmes

Maiores informações:

labandrade@gmail.com

Discípulos de Carlos Chagas – José Rodrigues Coura

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Entrevista com o Dr. José Rodrigues Coura sobre a Doença de Chagas, chamando atenção o perigo da infecção oral e mesmo da possiblidade da Amazônia se transformar em uma região endêmica para a referida doença. Esta entrevista foi realizada pelo Professor Luiz Andrade em 1 de agosto de 2018 e contou com o apoio do cinegrafista Felipe Xavier Neto.

Imunontologia: Imunologia da Paz

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Entrevista da Labaciencias com o Prof. Nelson Monteiro Vaz sobre o percurso de sua historia de vida e o seu olhar sobre a Imunologia. O entrevistado parte de sua atuação no campo experimental para uma discussão epistemologica, anunciando uma mudança paradigmática que vai da Imunologia da Guerra para uma Imunologia da Paz – explicitada nos textos de seu site intitulado “Imunontologia”.

Série “Quem foi que disse” será apresentada no XXII Congresso Internacional de Genética

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O Laboratório de Audiovisual Científico da UFF (Labaciências) foi convidado para apresentar alguns episódios da série “Quem foi que disse” no XXII Congresso Internacional de Genética, a se realizar em setembro próximo, em Foz do Iguaçu.

https://www.sbg.org.br/…/2018-international-congres…/program

 

Discípulos de Carlos Chagas

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Entrevista com o Dr. João Carlos Pinto Dias sobre a vida e a obra de Carlos Chagas, ressaltando alguns dos discípulos do grande mestre, incluindo ele próprio e muitos de seus familiares como o próprio pai- Dr. Emmanuel Dias. Esta entrevista foi realizada pelo Professor Luiz Andrade, em 19/03/2018, Belo Horizonte, e contou com o apoio da Dra Lileia Diotaiuti e do cinegrafista Felipe Xavier.

LabaCiências no site da Faperj: Cinema e biologia: projeto aguça a vontade de aprender dos alunos

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Por: Danielle Kiffer (FAPERJ)

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Felipe Xavier (à esq.), diretor de fotografia, Ubiracy Pataxó, o entrevistado, e Luiz Andrade, durante gravação na Bahia: imaginação e  recursos cinematográficos para expandir aprendizado (Foto: Divulgação)

A curiosidade é a força motriz para o saber. E, justamente para incentivar o aprendizado de jovens estudantes, o biólogo, pesquisador e professor do Instituto de Biologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) Luiz Antonio Botelho de Andrade desenvolveu projeto que disponibiliza on-line uma série de vídeos com o título “Quem foi que disse”. Criados para aguçar a vontade de aprender dos alunos e do público em geral, os vídeos educativos exploram temas interessantes e atuais, com base na Biologia. “Nós, professores, estudamos a vida inteira para falarmos para cerca de 10 mil pessoas, ao longo de uma vida produtiva. Um filme, se bem elaborado, pode atingir esta marca de uma só vez, estimulando jovens e adolescentes para o estudo de ciências e Biologia”, explica Andrade. Os vídeos, entrevistas e textos de apoio estão disponíveis no site: http://www.labaciencias.com

No total, já foram produzidos mais de uma dezena de vídeos. O mais recente aborda a síndrome de Down sob os mais diversos aspetos, incluindo questões sociológicas, médicas, psicológicas e culturais. Já o vídeo Sobre a causa sagrada de Darwin faz uma abordagem de três momentos históricos: o encontro de Charles Darwin com a brutalidade da escravidão no Brasil; a discussão acerca do darwinismo social e as políticas eugenistas no Brasil Império; e a constatação do racismo durante o Brasil República. Este último fez tanto sucesso que até ganhou ares internacionais, sendo exibido no Centro Cultural Brasil – São Tomé e Príncipe, na África.

Outro destaque é o premiado Sobre esta tal de zika, um documentário que traça toda a trajetória da epidemia e ressalta a importância do trabalho dos profissionais de saúde, dos cientistas, das universidades e instituições de pesquisa e das agências de fomento, como a FAPERJ e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além do Sistema Único de Saúde (SUS), no enfrentamento das epidemias e de suas consequências, como a que acarretou um tremendo impacto social no País – as crianças com microcefalia.

Para a produção de cada um desses vídeos, Andrade precisou mobilizar esforços, além de muita dedicação: ensaios com atores, entrevistas com cientistas e professores, roteiros que são cuidadosamente escritos e cenários bastante variados. Para ele, vale tudo para que todos possam aprender um pouco mais, unindo diversão e saber. “Seguindo a intuição do filósofo francês Gaston Bachelard ao dizer que ‘tanto na ciência, como na arte, o que buscamos é um elo com o mundo’, trabalho com a premissa de que este elo pode ser criado, ou facilitado, pelas atividades lúdicas do cinema unidas ao aprendizado”, diz o biólogo.

Atualmente, Andrade e equipe estão trabalhando na produção de mais dois filmes, a serem lançados em breve. Um aborda vida e obra do médico sanitarista e sorologista Vital Brazil (1865-1950) e, o outro, a trajetória do médico sanitarista e parasitogista Carlos Chagas (1879-1934). “O nosso trabalho mostra que é possível produzir material didático interdisciplinar, intercultural e lúdico em ambiente universitário. Uma dificuldade é, certamente, a financeira. Entretanto, nesse sentido, foi providencial o apoio do CNPq e da FAPERJ. Em breve, pretendemos buscar mais financiamento para envolver mais professores da rede pública municipal em nossas produções e em oficinas de filmagem e edição, entre outros projetos”, finaliza Andrade. Com tamanho empenho, os alunos só têm a ganhar.

Matéria publicada no site Faperj: http://www.faperj.br/?id=3561.2.4

 

Quem foi que disse: sobre a causa sagrada de Darwin

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O filme aborda três momentos históricos: 1832, quando do encontro do grande naturalista Charles Darwin com a brutalidade da escravidão; 1875, Brasil Império, quando se discutia o darwinismo social e a aplicação de políticas eugenistas como o “branqueamento da raça”; 2014, Brasil República, quando ainda se constata o racismo e toda espécie de intolerância contra os afrodescendentes.

Confira as fotos do Making Off: https://labaciencias.com/2018/04/24/makingoff-darwin/ 

Quem foi que disse: sobre esta tal de zika

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Este documentário traça a trajetória da epidemia de zika que assolou o Brasil em 2015 e 2016, ressaltando o trabalho dos profissionais de saúde e dos cientistas que estiveram na linha de frente durante esta epidemia que provocou um tremendo impacto social – as crianças com microcefalia.

O Diretor e Produtor – Luiz Andrade – agradece aos entrevistados e às Instituições que apoiaram o Projeto, com destaque para: CNPq, FAPERJ, INCT-NIM, FIOCRUZ, UFF, UFRJ, UFBA, SBPC, Associação Pestalozzi de Niterói, Universidade Monash-Austria, AMPRODS, beGIANT Advertainment, Daemon Filmes, Setor de Produção e tratamento de Imagem do IOC, Projeto Eliminar a Dengue, Grupo MERG, Plataforma de Vigilância de longo prazo para zika vírus e microcefalia/SUS, COFFITO, 202 Filmes, Criapix, Gameleira Filmes, Rivello/Menta Produções, Grupo de Biofisica Computacional e Modelagem Molecular/FIOCRUZ, Oxford Academic (Oxford University Press). Este filme faz uma homenagem especial para o Prof. Mario Cardoso (1967 – 2017), in memoriam.

O que é vida?

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A vida constitui apenas uma parte ínfima do universo conhecido, habitando uma fina camada de um planeta marginal. A singularidade do fenômeno, porém, é perturbadora. A vida faz parte dos chamados ‘sistemas complexos’, para os quais o tempo é irreversível e construtivo – ou seja, pode-se reconstruir a história da evolução dos seres vivos e da própria vida, mas é impossível definir sua trajetória futura.

A vida é ainda um sistema altamente organizado, em contraste com um universo que sempre tende ao aumento da desordem (entropia), como afirma a segunda lei da termodinâmica. A contradição, porém, é apenas aparente. O aumento da organização do mundo vivo é local: diz respeito só aos seres vivos e não a todo o universo. Assim, tais seres absorvem do meio a energia (alimentos, no caso dos heterotróficos, e luz solar, no caso dos autotróficos) necessária para suas atividades e para manter sua organização, mas no balanço final o universo continua tendendo à desordem.

Mas, afinal, o que é vida? É uma pergunta difícil. Para entendê-la integralmente e assumir criticamente as conseqüências de qualquer de suas possíveis respostas, é necessário percorrer a história, já longa, da própria pergunta.

Disponível em: https://labaciencias.files.wordpress.com/2018/04/o-que-ecc81-vida.pdf

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Conhecimento é caminho: da metáfora ao mecanismo gerativo.

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Este ensaio aborda o fenômeno do conhecimento em duas dimensões: definição conceitual e mecanismo gerativo pelo qual o referido fenômeno é produzido. Para conceituar, fizemos distinções entre cognição, informação e conhecimento a partir de vários sentidos encontrados nos dicionários. Para propor o mecanismo gerativo, fizemos uso da metáfora – conhecimento é caminho – e concluímos que o conhecimento é um caminho processual, construtivo e criativo, mediado por passos e/ou sequencias lógicas concatenadas de fazeres, dizeres e saberes, em resposta a uma demanda, pergunta, objetivo ou desejo, cujo produto explica, conceitua e/ou satisfaz o demandante e a comunidade que faz uso deste produto, mesmo que provisoriamente.

Disponível em: http://www.cienciasecognicao.org/revista/index.php/cec/article/download/1462/pdf_107

Conhecimento é caminho- da metáfora ao mecanismo gerativo.

 

O que é ser humano?

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Este artigo tenta mostrar que o humano do ser humano é mais o resultado de um devir do que o apogeu de um acabamento biológico capturado e engessado por uma concepção tipológica de espécie. A partir do processo evolutivo e de algumas etapas da evolução humana, ressalta-se a importância da sociabilidade para o surgimento da linguagem articulada e desta para a explosão da inventividade humana, o surgimento da cultura e a emergência da autoconsciência. © Ciências & Cognição 2007; Vol. 12: 178-191.

Acesse o artigo, clique aqui:
O que é ser humano?

O conhecer e o conhecimento: comentários sobre o viver e o tempo.

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Resumo

Com base nas idéias de Humberto Maturana e Francisco Varela, é mantido que todos os organismos vivos são sistemas cognitivos e, portanto, capazes de conhecer o mundo em que vivem. No entanto, nem todos os organismos são capazes de fazer uma referência à história, utilizando os recursos da linguagem. A esta atividade denominamos conhecimento, ou seja, a produção de enredos explicativos, restrito ao mundo humano. Nesta definição reside a novidade proposta por este artigo, à distinção entre conhecer e conhecimento, pela associação da história à teoria da autopoiese. Segue-se uma discussão sobre a linguagem e sua relevância para produção de qualquer que seja o sistema de conhecimento.

Como citar?
Andrade, L.A.B. & Silva, E.P. (2005) O conhecer e o conhecimento: comentários sobre o viver e o tempo. Ciências & Cognição 4: 35-41.

Ciências & Cognição 4: 35-41. Disponível em: http://www.cienciasecognicao.org/pdf/v04/m31530.pdf

 

O conhecer e o conhecimento- comentários sobre o viver e o tempo

Projeto Vital Brazil

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(aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura de Niterói, em andamento, a espera de financiamento)

Busca-se, com este projeto, produzir um filme educativo abordando a vida e a obra do grande sanitarista e cientista Vital Brazil Mineiro da Campanha (1865-1950), para ser socializado para a população em geral mas, especialmente, para a juventude escolar. Utilizando dos recursos tecnológicos e afetivos proporcionados pela arte cinematográfica, pretendemos contar a historia de Vital Brazil de forma didática, contextualizada e lúdica. Como uma parte expressiva da vida deste ilustre cientista se passou em Niterói, aproveitaremos para ressaltar as belezas naturais e o patrimônio cultural e histórico da cidade. No âmbito cientifico, mostraremos as perguntas para as quais ele endereçou o seu intelecto, os desafios que ele enfrentou, a dedicação ao trabalho e o sucesso que obteve ao descobrir uma forma de neutralizar os venenos das diferentes serpentes existentes no Brasil. Como empreendedor, mostraremos a sua participação essencial na criação do Instituto Butantã, em São Paulo, e, posteriormente, na criação do Instituto Vital Brazil, em Niterói, em 3 de junho de 1919. O filme será uma homenagem ao cientista e ao centenário do IBV, que ocorrerá no dia 3 de junho de 2019, quando do lançamento do filme.

Projeto Carlos Chagas

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(em andamento, mas sem financiamento)

Busca-se, com este projeto, produzir um filme educativo abordando a vida e a obra do grande sanitarista e cientista Carlos Chagas. O referido cientista é detentor de um fato inigualável na história das ciências biomédicas posto que que ele não apenas identificou e descreveu uma nova doença, que leva o seu nome – doença de Chagas – mas também o agente etiológico – Tripanossoma cruzi – e o vetor de transmissão – um inseto conhecido como barbeiro, nome genérico de muitas espécies tais quais o Triatoma infestans e o Panstrongylus megistus. O filme pretende partir do Brasil presente para o passado, mostrando o local de nascimento do ilustre cientista – Fazenda Bom Retiro (https://vimeo.com/241394500), em Oliveira, Minas Gerais, a sua atuação como médico e sanitarista em Lassance, MG, local onde ele descreveu todo o ciclo que acarreta a doença e, depois, como Diretor do Instituto Oswaldo Cruz, Rio de janeiro. O filme pretende confrontar dois períodos da história do Brasil, em face de uma mesma doença, tirando proveito das lentes cognitivas e conceituais da ciência, assim como das lentes artísticas e lúdicas do cinema. Pretendemos fazer nossas, e espalhar para os quatro cantos do mundo, as palavras do ilustre Carlos Chagas quando ele dizia que para compreender e se comprometer verdadeiramente com o Brasil, é preciso voltar à Lassance – é preciso voltar ao Brasil profundo.

Confira um extrato da entrevista do Prof. Paulo Gadelha, ex-Presidente da Fundação Oswaldo Cruz, a ser incorporada no filme “Quem foi que disse: Carlos Chagas”. Disponível em: Carlos Chagas sob o olhar de Paulo Gadelha